Comunidade lovemarks: www.lovemarks.com
Livros de Kevin Roberts sobre lovemarks: Lovemarks: the future beyond brands, lançado em 2005; Peak performance: inspirational business lessons from the world’s top sports organizations e Sisomo: the future on screen, sobre como criar conexões emocionais por meio do som e das imagens, também lançado em 2005. Em 2006, publicou olivro The lovemarks effect – winning in the consumer revolution.
Sobre Nina: www.ninasimone.com
O prazer de escrever é grande. Assim, este blog tem apenas este compromiso. Meu blog antecessor era o "Tudo 1 Pouco". Pelo http://tudo1pouco.zip.net criei polêmicas, me diverti e emocionei. Mas foi uma grande porrada sentir a cobrança de periodicidade, temas e posicionamentos. E refleti... qual a importância de lerem o que escrevo. PAREI! Mas, o prazer de escrever é maior. Não resisto e mesmo sem esperar nenhum leitor. Vou escrever!
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Nina Simone, eu consegui!
sábado, 5 de junho de 2010
Saudades da Kátia Flávia!
quinta-feira, 18 de março de 2010
"Salve Geral", assustadoramente real!

terça-feira, 10 de novembro de 2009
Geisy ou Geni?
Tomei a decisão agora de colocar apenas alguns pontos de vista da minha reflexão. De qualquer forma, se o caso tomou essa proporção, que sirva de alerta (seja qual for sua opinião) para observamos a sociedade em que vivemos, que mesmo em tempos de redes sociais apenas mudam um referencial tecnológico e continuam com seus mesmos conflitos.
• Pernas de fora sempre frequentaram bancos, escadas e corredores universitários. Nas minhas lembranças estudantis há mais de 20 anos, nossas colegas levavam ao delírio a ala masculina. Sinceramente, eram até mais ousadas do que a “musa Geisy”. Hoje, são executivas, esposas e mães.
• Casos parecidos ou similares? Eu testemunhei muitos. Lembro de um aluno ameaçado por ter posado nu em revista gay e não aceitar assédio de postulante colega leitor. Ou de alunas “garotas de programa” que preservam ferrenhamente sua identidade e mesmo assim são patrulhadas. Soube até de professores que expuseram suas estripulias sexuais em uma conhecida revista feminina.
• Muito se falou em “falta de valores”. Mas quais valores? Será que a Geisy, seus colegas, fãs e agressores sabem o que é ter valor? Ou será que tiveram a oportunidade se saber do que se trata respieto mútuo.
• Poucos anos atrás, um aluno xingou com todos palavrões conhecidos e até alguns inéditos uma colega professora. A faculdade fez corretamente uma advertência por escrito e estipulou um prazo para sua retratação. O aluno procurou a direção e honestamente ficou surpreso, pois disse que tratava “todo mundo” – inclusive seus pais - com esse linguajar. Disse desconhecer que não se pode falar assim com professores! Essa resposta me chocou mais que o ato de xingar.
• A Universidade foi frágil sim. Isso é fato! Não soube agir e quando fez, errou! Será que a comercialização do ensino não deixa instituições despreparadas?
• Dizem que a Geisy vai posar para “Playboy” e até que vai estar no programa “A Fazenda” da TV Record (essa eu ouvi hoje). Bom, mas e daí? Ela é culpada? Quem recusaria na sua condição tais convites? Se convidam é porque vende revista ou dá audiência. Talvez seus agressores até comprem um exemplar e peçam para “a ilustre colega” assinar.
O melhor texto que li foi do Tuty no Estadão. Muito bom mesmo e reproduzo abaixo. Até porque ele foi muito coerente e bem humorado (como sempre). E acertou ao não julgar! Façamos o mesmo!
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
O Livro dos Monstros Guardados
Um grande espetáculo! Uma profunda emoção toma conta da plateia da montagem de “O Livro dos Monstros Guardados”. Mas quais são esses monstros? E porque estão guardados? Essas são as perguntas iniciais que nos vem à cabeça, mas a certeza é que ao sairmos do teatro essas perguntas estarão plenamente respondidas. Ou no mínimo começaremos uma grande reflexão.A comunhão entre os atores é percebida em cada segundo de interpretação, mesmo sendo uma maravilhosa colcha de retalhos (monólogos). A direção é uma competente costura das várias histórias transformando em uma apresentação sensível e cheia de surpresas. As cenas que parecem desconexas, no final se transformam na solução precisa e coesa do texto. Personagens e figurinos têm um certo tom de cinema europeu, algo como meu favorito Almodóvar.
A peça tem algo só dela. Aliás, este é o segundo trabalho que assisto deste diretor e percebo que seu trabalho tem sempre o frescor de uma linguagem inusitada. Essa peça se resolve por si só. As circunstâncias e objetivos de todos profissionais são pontuados por uma excelente colocação das vozes. O processo de um bom trabalho fica claro em uma partitura coerente de personagens.
A amargura e a ironia retratam um universo de desajustados e com sentimentos “guardados” como os de um executivo que abre suas fantasias sexuais, um rapaz maníaco por limpeza e uma mulher obcecada por caridade se contrapõem a uma garotinha que retrata abusos e a um jovem com problemas urinários. Em certo momento, já com a interação entre personagens, a representação de um cãozinho machucado transborda na atuação. Enfim as histórias de Magali, Madá, Maurício, Max, Milton, Mestre Eme e Mojo são explicadas em primeira pessoa. Os atores são personagens e também auto-narradores das ações.
Iluminação e cenário são também uma diferencial com cabines de banheiro. Não poderia ter lugar mais adequado para mostrar sentimentos guardados. O figurino é simples e bem cuidado. Assim, o espectador sai com a leitura completa de um livro encantador. É “O Livro dos Monstros Guardados” composto por autor, diretor e atores.

Ficha Técnica:
O Livro dos Monstros Guardados
Direção: Zé Henrique de Paula
Com: Sandra Corveloni, Otávio Martins, Fabio Redkowicz, Daniel Tavares, Patricia Pichamone, Luciano Gatti e Fabrício Pietro
Duração: 70 minutos
Classificação: 14 anos
Texto: Rafael Primo
Teatro Imprensa
R. Jaceguai, 400 - Bela Vista - Centro. Telefone: 3241-4203.
quartas e quintas: 21h.
Uma lata de leite em pó, trocada na bilheteria uma hora antes, dá direito ao ingresso pelo Projeto Vitrine (quem não puder levar a lata paga 10 reais inteira e 5 reais meia). Até 26 de novembro.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Homenagem à Carminha!
Dário, essa é vida meu amigo! A Carminha sempre terá orgulho de você! E eu, num mundo tão frio... fico feliz por te conhecer!
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Rio 2016, Copa 2014. É o Brasil para o mundo!

Se o Presidente Lula deitou e rolou em cima dessa escolha? É óbvio que sim! E qualquer outro político em seu lugar faria o mesmo, ou não? Os Jogos Olímpicos sempre tiveram pontuações políticas. Moscou em 1980 sem atletas americanos e a resposta em Los Angeles em 1984 sem atletas da antiga União Soviética. O atentado a delegação de Israel em Munique em 1972 uma marca triste na história dos Jogos. Até Hitler interferiu na maior celebração do esporte do planeta.
Exemplos de problemas financeiros? Sim, existem Montreal e Atenas. Porém, existem exemplos de cidades que se beneficiam eternamente do legado de ter sido uma cidade sede. Mas como comecei este texto... não vou analisar nada!
Segue um desabafo:
Cresci ouvindo que Olimpíadas sempre acontecia longe e que nunca aconteceria no Brasil. Ouvia também que não tínhamos atletas... Sempre fomos os pobres divertidos do planeta com samba e futebol. Ué? Futebol não é esporte? Ah! Sim desde criança já soube das conquistas do Brasil no Futebol... vivenciei o tri em 1970, o jejum, o tetra e o penta! E nunca entendi muito bem uma Copa em 1950 no Brasil e porque não teríamos outra Copa. E pior, testemunhamos duas Copas na Alemanha. Além de duas Copas no México e na Itália. E porque não no Brasil?. Enfim... desencantou Copa e Olimpíadas em nosso País e ainda serei um jovem senhor se Deus quiser para assisti-las. E olha só passamos americanos, japoneses e espanhóis e nosso Rio de Janeiro que mesmo machucadinho continua lindo e a cidade maravilhosa foi a escolhida!
Vou torcer muito e se puder ajudar para que tudo dê certo. Novos tempos sinalizam que pode dar certo sim! Sem uruca ou pessismismo... se for o caso fiscalizemos, mas “zica” não! Isso está no passado.
domingo, 4 de outubro de 2009
Ousadia teatral com forte sensibilidade
“As troianas – Vozes da Guerra” é a ousada montagem teatral do diretor Zé Henrique de Paula e seu Núcleo Experimental. A base é a tragédia grega de Eurípides em um interessante paralelo com mulheres judias na II Guerra Mundial em uma livre adaptação. Os cenários muito belos são de uma simplicidade eficiente. Nas primeiras cenas ainda é utilizado um recurso de multimídia com a exibição de um filme especialmente produzido para o espetáculo.Os cenários são de uma beleza tocante e simples e que reforçam imagens fortes e marcantes. Essa transformação de um texto clássico (ou mesmo a versão de Jean Paul Sartre) exige uma atenção especial da plateia. Os homens falam apenas em alemão e as mulheres na mesma língua apenas cantam, rezam ou dizem seus nomes.
Todo o trabalho do diretor e a coesão dos atores resgatam a história das sobreviventes do conflito de Tróia, como o que se passa dentro de um campo de concentração, como é ter a privação quase que completa de seus direitos, como são tratadas essas pessoas e se existe esperança numa situação como essa.
Helena, rainha de Esparta, ostentava o título de "mulher mais bela do mundo". Em visita à corte grega, Páris – príncipe de Tróia – conheceu Helena e supostamente a raptou. Menelau, seu esposo, num acesso de raiva e ciúme, estourou uma batalha entre gregos e troianos. Começava aí a famosa Guerra de Tróia. "As Troianas" trata do fim desse conflito vencido pelos gregos. Todos os homens troianos foram mortos. Algumas mulheres sobreviveram, mas foram aprisionadas e viraram escravas do inimigo. Em “As troianas – Vozes da Guerra” os espartanos são bem transpostos em militares nazistas e uma Helena altiva que se diferencia e destaca do grupo de mulheres, porém todos mostram uma comunhão perceptível na qualidade final do que é apreciado por quem os assiste.
A iluminação é um toque especial e um elemento único no cenário engrandece um clima de veracidade do princípio ao final da peça. Uma criança em cena destaca o conflito de mães desesperadas, sem esboçar qualquer mínimo traço piegas. Mesmo quem não gosta de temáticas fortes não consegue deixar de reverenciar um trabalho competente e responsável. A dor das judias (troianas) sozinhas pela perda de seus homens e filhos se defronta com a dureza de alemães nazistas (espartanos). O mais importante é que mesmo para aqueles que desconhecem o texto, a verdade em cena e a dramaticidade dos atores chega a todos e transmite o horror comum e odioso em qualquer conflito de guerra.
As Troianas - Vozes da Guerra - Drama
terça-feira, 1 de setembro de 2009
O Amante de Lady Chatterley *
O espetáculo “O Amante de Lady Chatterley”, é uma adaptação teatral inédita do clássico da literatura inglesa do escritor D.H. Lawrence. A montagem é bastante densa e a interpretação dos três atores é prazerosamente intensa e vigorosa. A narrativa se dá em três níveis. O primeiro é relação do autor do livro e o processo de censura na Inglaterra e no Estados Unidos. O ator Germano Pereira interpreta Lawrence, quando mostra suas sensações e reflexões sobre os fatos e até seu julgamento. O mesmo ator interpreta Mellors, o amante.A história tem sua base na jovem inglesa burguesa Constance, “Lady Chatterley” (Ana Carolina Lima) que aceita casar com o Lord Clifford (Ailton Guedes), seu antigo namorado que perdeu o uso das pernas e ficou impotente durante a Segunda Guerra Mundial, e que terá um relacionamento explosivo e liberador com o guarda-caça da propriedade deles, Mellors que começa com uma previsível forte atração sexual, mas que evolui para uma enorme paixão.
A iluminação é auxiliar na narrativa das duas histórias: a reflexão do escritor e a trama em si. A inclusão de uma tela de projeção dá cortes expressivos nas cenas que pontuam mais do que um simples recurso cenográfico. Com as luzes mais fracas, os personagens quase dialogam com o público e as luzes mais fortes indicam as cenas em si com a relação direta entre os personagens.
Uma trilha sonora inusitada provoca um dinamismo em todas seqüências. A alusão a Lady Jane, alcunha intima do órgão sexual de Constance recebe de fundo canção homônima dos Rolling Stones em versão instrumental. Um tango bem marcado mostra a intensidade dos encontros coreografados de Constance e Mellors.
Em 1959, o livro de Lawrence foi finalmente liberado, por uma decisão da Corte Suprema norte-americana deu margem assim ao fim da Censura. A decisão confirmava que todo cidadão tem o direito de ler o que bem entender, sem censura prévia. O Livro que existia apenas em edições piratas se tornou um enorme best-seller e foi adaptado algumas vezes para o cinema e, recentemente, numa versão francesa premiada. Adaptar um texto clássico nem sempre é algo confortável, mas a habilidade de manter os contratos entre os três personagens pode contar com uma flexibilização de linguagem, o que possibilitou uma fácil compreensão e associação aos dias de hoje. Acima de tudo, fica a proposta de retratar uma história de afirmação do desejo e da liberdade feminina.
* Em cartaz no Espaço Satyros 2 com Germano Pereira, Ana Carolina Lima e Ailton Guedes. Direção Geral: Rubens Ewald Filho, Dir.Arte e Figurinos: Nadine S.Trzmielina, Direção Musical: Maestro Marcello Amalfi e Ivam Cabral, Coreografia tango: Osmar Odone e Sol Viviano, Iluminação: Flavio Duarte, Sonoplastia: Nilson Poeta, Fotografia: Paola Prado, Center Vision equipamentos: Nilson A.Rodrigues, Visagismo: André Mateus, Assistência Geral: Sergio S. Santos, Objetos e Pinturas: José P.Queiroz Filho, Costureiras: Kako Furui e ass. Eliane Ferreira
O Diretor Rubens Ewald Filho fala sobre a peça durante apresentação no Festival de Curitiba:
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Amor aos animais!

Algumas frases:
Em se tratando de fidelidade, devoção, amor, muitos homens estão aquém do cão ou do cavalo. Que maravilhoso seria se pudessem ao menos antes do julgamento final, afirmar: ‘Eu tenho amado tão verdadeiramente ou sido tão decente quanto o meu cão.’ E ainda assim os chamam de ‘apenas animais!’ Henry Ward Beecher
Ao se estudar as características e a índole dos animais, encontrei um resultado humilhante para mim. Mark Twain
Virá o dia em que a matança de um animal será considerada crime tanto quanto o assassinato de um homem. Leonardo da Vinci
A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter, e pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem. Arthur Schopenhauer
Por favor assistam o vídeo abaixo e divulguem:



